Guia prático · 2 min de leitura

Documentos de cliente em ferramentas de IA: o que olhar antes de subir o arquivo

Organizar documentos com inteligência artificial economiza horas. Mas os documentos de um caso não são seus — são do cliente, e cheios de dados pessoais e sensíveis de terceiros. Subir um arquivo desses para uma ferramenta qualquer não é um gesto neutro. Vale saber o que olhar antes.

O que a LGPD coloca em jogo

Ao tratar dados de clientes, o advogado é responsável por eles. Isso não proíbe usar tecnologia — mas pede cuidado com para onde o dado vai e o que acontece com ele lá. Duas perguntas resolvem a maior parte:

Uma ferramenta séria responde a isso de forma clara. Se a resposta é vaga, é sinal de alerta.

O que é "retenção zero de dados" (ZDR)

Muitos provedores de IA, por padrão, guardam o que você envia — para registro, para melhorar o modelo, para depuração. Zero Data Retention (retenção zero) é o oposto: as chamadas rodam sem que o provedor armazene o conteúdo enviado e sem usá-lo para treinar modelos. O documento é processado e descartado.

É a diferença entre entregar um documento e ele sumir depois do uso, ou entregar e não saber onde ele foi parar.

O que conferir antes de subir um arquivo

E a régua não vale só para IA: o conversor de PDF grátis, o compressor online, o site que "junta PDF" — todos recebem o mesmo documento sensível, muitas vezes com ainda menos transparência. Explicamos esse caso em para onde vai o documento no conversor grátis.

Por que isso é parte do trabalho, não um detalhe

Sigilo é matéria-prima da advocacia. Uma ferramenta que organiza documentos precisa tratar isso como requisito, não como letra miúda: retenção curta, retenção zero nas chamadas de IA, e transparência sobre o caminho do dado. Antes de ganhar tempo com automação, vale garantir que o tempo ganho não vem às custas do sigilo do cliente.

No ORDIR, essas respostas são compromissos de arquitetura, não letra miúda: as chamadas de IA rodam com retenção zero (ZDR) — os documentos não são armazenados pelo provedor nem treinam modelo algum —, os arquivos originais são apagados automaticamente em poucos dias, e a equipe técnica só acessa quando necessário, para operar ou dar suporte, sob confidencialidade. Está escrito, num lugar que dá para ler: a política de privacidade.

O ORDIR automatiza esse método

Do jeito que o caso chega ao pacote pronto para protocolar

Você solta os arquivos como chegaram e recebe o pacote padronizado, na ordem certa, conferido — com a sua revisão antes do envio.

Conhecer o ORDIR